Com 322.980 animais abatidos em 2025, a MFG Agropecuária comemora pela quarta vez consecutiva a liderança do ranking dos 20 maiores confinamentos do Brasil. O grupo opera seis unidades localizadas nas cidades de Cotegipe (BA), Campo Novo do Parecis e Tangará da Serra (MT), Coxim (MS), Mineiros (GO) e Sabino (SP), além de outras três propriedades de recria em Araputanga (MT), Mineiros e Campo Novo do Parecis.
Realizado pela Revista DBO, o recorde registrado no levantamento foi possível após a realização de 2,5 giros e graças a uma capacidade estática de 143 mil cabeças. “Hoje, o confinamento é um grande aliado para aumentar o giro de bois dentro das fazendas, elevando a rentabilidade de todo o sistema. O ranking é uma prova desta tendência. Na MFG os pecuaristas encontram a tecnologia, a segurança e a sustentabilidade necessárias para produzir mais e melhor”, comemora Vagner Lopes, gerente corporativo do grupo.
Segundo o gerente, o criador acessa este pacote tecnológico através de parcerias de engorda que acompanham ferramentas de gestão e mitigação de riscos. “Além da terminação, oferecemos trava de preço na B3 e rastreabilidade, garantimos cobertura de mortalidade, do protocolo sanitário e das taxas de abate. Também concedemos 200 km de frete gratuito na originação e antecipamos valores para recria via NPR”, informa Vagner Lopes. O modelo ainda possibilita ingressar no mercado de exportação de carne bovina e suas possíveis bonificações.
E em um cenário de crescente avanço no setor, a nutrição de precisão tem papel decisivo no sucesso econômico. Com trato automatizado em todas as plantas, a empresa fornece dois tipos de dietas aos animais. Uma de adaptação e outra de terminação, voltada ao alto desempenho. Também vale ressaltar o uso de suplementos naturais para favorecer o bem-estar nutricional e o monitoramento ponta-a-ponta de todo o processo por Power BI, integrando dados nutricionais e sanitários, permitindo tomadas de decisão rápidas e precisas.
O bem-estar animal é outra preocupação recorrente na MFG Agropecuária. No manejo, destaca-se pelo pioneirismo na adoção da técnica “Nada nas Mãos”, na aclimatação de bovinos e na eliminação da marca a fogo, além de manter monitoramento comportamental contínuo, baseado nas Cinco Liberdades Animais; promover enriquecimento ambiental e conduzir uma política rigorosa que proíbe o uso de hormônios e metafilaxia.
Na frente ambiental, o compromisso se consolida através da compostagem integral dos dejetos produzidos e do fornecimento de aditivos naturais para mitigar a emissão entérica de gases de efeito estufa. Condutas que foram comprovadas pela certificação de auditoria independente da Fair Food em uma das fazendas. “O comércio global de proteína animal demanda eficiência, tecnologia, rastreabilidade e sustentabilidade. Nesse cenário, certificações socioambientais e de bem-estar animal tornam-se diferenciais competitivos e agregam valor à produção pecuária”, avalia Lopes.
Desde o início das operações, em 2007, a MFG Agropecuária abateu mais de 3,5 milhões de cabeças. Modelo para todo o país, é referência em gestão, tecnologia e práticas de bem-estar animal na pecuária intensiva. Confina gado próprio e também oferece sistemas de parcerias de engorda nas modalidades de arroba produzida, diária e consumo de matéria seca, onde o parceiro encontra segurança para escalar e valorizar a produção.
=> Para conhecer a estrutura da MFG, entre em contato pelo WhatsApp do “Alô Pecuarista”: (65) 2193-8765 ou visite o estande da empresa no Feedlot Summit, em