Publicado em 15/09/2021 12h47

Milho segue com pequenas altas na B3

Em Chicago o milho fecha em alta, com deterioração das safras e forte alta do trigo

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A B3 segue em pequenas altas para o milho, segurada pelo mercado físico e pela paridade de importação, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado  futuro de milho, na B3, de São Paulo, trabalhou novamente “de  lado”, nesta terça-feira e apresentou ganhos mínimos aos principais contratos, onde a influência do dólar e de um mercado físico bastante lento deu o tom dos negócios”, comenta. 

“Não houve influência da forte alta da CBOT porque a exportação é menor, depois da  grande quebra  geral da  Safrinha deste ano. Analistas acreditam que, com a maior fixação e venda de  produtores,  bem  como  a  falta  de  vontade  de compradores  em  “brigar”  pelo  milho,  esse movimento  não  deva  ser  repetido  e  o  mesmo  tom amistoso  deve  permanecer  no  mercado  amanhã. Segundo especialistas – se subir, sobe pouco”, indica. “Nos fechamentos, setembro/21 apresentou a cotação de R$ 94,00 a saca (+0,87%); novembro/21 a R$ 94,55 (+1,31%); janeiro/22 a R$ 95,98 (+1,51%); março/22 a R$ 95,65 (+1,01%)”, completa. 

Em Chicago o milho fecha em alta, com deterioração das safras e forte alta do trigo. “O contrato de milho para dezembro21 subiu +1,27% ou 6,5 cents/bushel para $ 519,75; já o contrato de julho22, importante para as exportações brasileiras, subiu 0,95% ou 5,0 cents/bushel para $ 531,50. A  deterioração  das  condições  de  safra  nos  EUA fortaleceu os preços. O USDA reportou 58% das safras em  boas  e  excelentes  condições  quando  o  mercado não  esperava  mudanças  (59%).  Além  disso,  os primeiros lotes começaram a ser colhidos e o ritmo de avanço ficou abaixo do  esperado pelos  analistas  (5% vs. 4%). O trigo em alta deu suporte”, conclui. 

Autoria: Leonardo Gottems

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