Publicado em 06/04/2021 21h18

Milho abre semana em forte alta na B3

Em Chicago, tomadas de lucro e queda do petróleo pressionaram as cotações nesta segunda-feira

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O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou novamente em alta, nesta segunda-feira, pelos fatores da escassez brasileira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de maio fechou em alta de R$ 1,72 no dia a R$ 99,15; a de julho avançou R1,70 no dia para R$ 94,32 e a de setembro avançou R$ 1,71 no dia para R$ 88,43”, comenta a consultoria. 

O mercado futuro da B3 continua firme, diante das condições de escassez do mercado brasileiro. “No Brasil, os preços do mercado físico continuam subindo nos dois principais estados produtores, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, para níveis acima de R$ 90,00/saca, como mostramos na descrição dos mercados nestes estados, assim como em São Paulo, dando suporte às altas do mercado futuro. Assim, o viés continua de alta nos próximos meses de abril, maio e junho, eventualmente julho”, completa. 

Em Chicago, tomadas de lucro e queda do petróleo pressionaram as cotações nesta segunda-feira. “A tomada de lucros pelos Fundos, em um contexto de preços em torno de altas de 8 anos pressionou as cotações que fecharam em queda de 6,25 cents/bushel nesta segunda-feira. O petróleo em queda pressiona os preços. Uma visão geral da oferta nos EUA forneceu suporte, diante de uma intenção superficial de plantio abaixo do esperado e contagem de estoques físicos inferiores ao que foi descontado pelo mercado”, indica. 

“No final, os futuros de milho da safra antiga eram 6 a 6 1/2 centavos mais fracos. Os futuros da nova safra encerraram a sessão em 1 1/2 a 6 centavos de dólar, o que apertou o novo spread de safra para 64 3/4 centavos”, conclui. 

Autoria: Leonardo Gottems

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